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Morro da Cruz, Lagoa e Joaquina: um domingo feliz

O mirante do Morro da Cruz
Sendo lindos no mirante do Morro da Cruz #nessemorroeunaomorro
Vista do Morro da Cruz
Florianópolis, que já é linda, fica ainda mais incrível quando vista de cima.

O domingo era de inverno, mas o calor era quem tava no comando. Foi dia de acordar ‘cedo’, porque agora tem subida para o Morro da Cruz todos os domingos, às 10h (par-ti-ci-pe). Essa subida é  coisa linda & maravilhosa e eu vivo praticando – como vocês já cansaram de ver. Leia o post completo

Dá um tempo: 8 dicas para divar de bike no calor

Esta é a estreia da categoria ‘Dá um tempo‘ – postagens que falarão sobre desculpazinhas relacionadas às condições climáticas para não pedalar. Terá frio, chuva, vento e por aí vai. Hoje vamos falar do calor 🙂

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Divas de verão vintage. Via Bobbins e Another Mag.

O verão tem suas alegrias, mas cumprir com compromissos quando lá fora faz 40 graus não é nenhum moranguinho. Para muita gente, se isto ainda for de bicicleta, pode parecer um passeio no inferno, mas ó, não é tão ruim assim, eu garanto.

Pensando nisto, separei algumas dicas para superar os dias mais quente em cima da magrela sem perder o charme. Leia o post completo

Baby steps: pedalar é um lance de pequenos passos

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Em uma posa deveras esquisita no Mirante do Morro da Lagoa neste domingo.

Toda vez que eu vejo alguém fazendo alguma coisa que eu não sei fazer, mas gostaria, fico pirando. Fico imaginando o quão especial, bem dotada, iluminada esta pessoa é. Fico assim quando vejo uma ilustração foda, um cara falando francês ou alguém cozinhando rocambole vegetariano. É óbvio que o bicho que super ilustra não começou ontem, o cara que fala francês tá nesta faz tempo e o rocambole só sai aquela maravilha porque muitos outros deram errado. Só que parece místico porque não fui eu que passei pelo processo e eu fico me enganando que aquele sujeito tem super poderes e por isto faz tudo aquilo que eu não sei. Leia o post completo

Final de semana fora da caixa / Parte 2 / Praia, bazar & etc

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Saindo de casa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Domingo foi dia de ficar repetindo ‘isto é que é vida’. O dia tava lindão e lá pelas 16h, eu e boy magia rumamos para a praia. Desta vez escolhemos uma do leste da ilha, a Joaquina, porque eu queria muito dar uma zoiada no Relicário Bazar, que tava rolando na Lagoa. Com o aprendizado do picnic e um calor menos zoado, decidi ir de ‘civil’ mesmo. Sainha leve e uma blusa que protegia as costas e o colo. O lencinho também fez sua parte.

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Joaca lindona.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Um ventão contra nos fez levar um tempo extra até a Joaquina, que tava gelada que só. Um ar condicionado e tanto para quem só reclamava do calor. O legal da Joaquina é que tem um chuveiro gratuito de água doce, então dá pra rolar na areia e depois tomar uma ducha, já que pedalar salgada pode ser bem ruim.

Diferente da semana passada, que depois da praia paramos na padaria, desta vez levamos lanchinho. Fiz uns sanduíches e deixei eles no congelador por mais ou menos 1hr, assim deu pra chegar com eles na praia sem derreter. Também levamos maçãs e chocolate.

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Avenida das Rendeiras – em frente ao Relicário Bazar.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Depois da praia, rolou uma pausa nas Av. das Rendeiras, para o Relicário Bazar, que tava a-coisa-mais-linda-do-mundo. Deixei o Vini descansando na Lagoa enquanto eu fuçava as milhões de peças e maravilhas que tinham no bazar.

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Mirante do Morro da Lagoa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

A volta teve um suadouro (cadê O GLAMOUR?) e tanto, mas essa blusa é daquelas fininhas, que secam logo que começa a descida. Sérião, é só água, logo que seca já fica tudo bem, sem o fedor que vocês tão imaginando. Reparem que o lencinho também tem papel fundamental em manter as madeixas em um estado decente. O suor pode dar medo, mas reparem nesta vista maravilinda do mirante do Morro da Lagoa. Parar ali é quase obrigatório quando se está de bicicleta – e não importa se você não é turista.

E como eu o Vini somos aventureiros e estávamos transbordando endorfinas, decidimos fechar o final de semana com chave de ouro e subir o mítico Morro da Cruz, no centro da cidade. Lá é um lugar muito especial para nós dois, porque é uma subida desafiadora (mas nada impossível) que reseta as preocupações da mente. Então, nada mais lógico do que finalizar as atividades ali.

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Mirante do Morro da Cruz.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Já que uma imagem vale mais que mil palavras, então não preciso me estender dizendo que cheguei morta lá em cima. Porém, ainda tivemos energia para ir ao supermercado e voltar pra casa. É o que o corpo tem dessas maravilhas: quanto mais a gente se mexe, mais energia tem.