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Morro da Cruz, Lagoa e Joaquina: um domingo feliz

O mirante do Morro da Cruz
Sendo lindos no mirante do Morro da Cruz #nessemorroeunaomorro
Vista do Morro da Cruz
Florianópolis, que já é linda, fica ainda mais incrível quando vista de cima.

O domingo era de inverno, mas o calor era quem tava no comando. Foi dia de acordar ‘cedo’, porque agora tem subida para o Morro da Cruz todos os domingos, às 10h (par-ti-ci-pe). Essa subida é  coisa linda & maravilhosa e eu vivo praticando – como vocês já cansaram de ver. Leia o post completo

Minha academia é um morro

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Nesse morro às vezes eu morro

Tive um momento grandes-ideias-que-salvaram-a-humanidade e convidei uma amiga: ‘Deia, o que você acha da gente subir o Morro da Cruz durante 30 dias?’ e, antes que eu começasse a explicar o porquê disto, ela topou. Eu nunca usei a bicicleta como esporte. Pelo contrário, gosto de pedalar porque me exercito sem que meu corpo perceba, o que funciona bem pra mim. Porém, eu que pedalava todos os dias para ir trabalhar, tô há um ano sendo freela em casa, então aqueles quase 1.000 km que fazia todos os meses viraram algo muito próximo de zero.

Próximo de zero, porque praticamente toda vez que saio de casa, saio de bike. Uma das saídas que faço semanalmente, é participar do Nesse Morro Eu Não Morro, um pedal que meu querido criou para estimular pessoas a pedalarem até o mirante do temido morro, mesmo que você não seja um ‘biker’. Toda quarta eu reclamava, saía de casa meio contrariada e voltava a 5000 volts tocando o terror. A sensação de disposição e bem estar se prolongava por mais um ou dois dias, então concluí ‘deve ser foda fazer isto todos os dias’.

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No primeiro dia do desafio

Convidei a Deia e ela topou. Combinamos então subir aquele morro até o dia 15/03 – quando aconteceria uma prova de subida do morro da cruz (feita por atletas e não duas abobadas). Começamos numa sexta-feira. Treze. De Carnaval. Além de tudo, o tempo estava feio. Mas fomos, porque somos lindas. Leia o post completo

Final de semana fora da caixa / Parte 2 / Praia, bazar & etc

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Saindo de casa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Domingo foi dia de ficar repetindo ‘isto é que é vida’. O dia tava lindão e lá pelas 16h, eu e boy magia rumamos para a praia. Desta vez escolhemos uma do leste da ilha, a Joaquina, porque eu queria muito dar uma zoiada no Relicário Bazar, que tava rolando na Lagoa. Com o aprendizado do picnic e um calor menos zoado, decidi ir de ‘civil’ mesmo. Sainha leve e uma blusa que protegia as costas e o colo. O lencinho também fez sua parte.

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Joaca lindona.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Um ventão contra nos fez levar um tempo extra até a Joaquina, que tava gelada que só. Um ar condicionado e tanto para quem só reclamava do calor. O legal da Joaquina é que tem um chuveiro gratuito de água doce, então dá pra rolar na areia e depois tomar uma ducha, já que pedalar salgada pode ser bem ruim.

Diferente da semana passada, que depois da praia paramos na padaria, desta vez levamos lanchinho. Fiz uns sanduíches e deixei eles no congelador por mais ou menos 1hr, assim deu pra chegar com eles na praia sem derreter. Também levamos maçãs e chocolate.

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Avenida das Rendeiras – em frente ao Relicário Bazar.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Depois da praia, rolou uma pausa nas Av. das Rendeiras, para o Relicário Bazar, que tava a-coisa-mais-linda-do-mundo. Deixei o Vini descansando na Lagoa enquanto eu fuçava as milhões de peças e maravilhas que tinham no bazar.

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Mirante do Morro da Lagoa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

A volta teve um suadouro (cadê O GLAMOUR?) e tanto, mas essa blusa é daquelas fininhas, que secam logo que começa a descida. Sérião, é só água, logo que seca já fica tudo bem, sem o fedor que vocês tão imaginando. Reparem que o lencinho também tem papel fundamental em manter as madeixas em um estado decente. O suor pode dar medo, mas reparem nesta vista maravilinda do mirante do Morro da Lagoa. Parar ali é quase obrigatório quando se está de bicicleta – e não importa se você não é turista.

E como eu o Vini somos aventureiros e estávamos transbordando endorfinas, decidimos fechar o final de semana com chave de ouro e subir o mítico Morro da Cruz, no centro da cidade. Lá é um lugar muito especial para nós dois, porque é uma subida desafiadora (mas nada impossível) que reseta as preocupações da mente. Então, nada mais lógico do que finalizar as atividades ali.

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Mirante do Morro da Cruz.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Já que uma imagem vale mais que mil palavras, então não preciso me estender dizendo que cheguei morta lá em cima. Porém, ainda tivemos energia para ir ao supermercado e voltar pra casa. É o que o corpo tem dessas maravilhas: quanto mais a gente se mexe, mais energia tem.