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5 bicicletas brasileiras com estilo europeu

5-bicicletas-estilo-europeu-01Há 20 e tantos anos atrás, Fernando Collor, então presidente do Brasil, disse uma frase que ficou para a história:  “Comparados com os carros do mundo desenvolvido, os carros brasileiros são verdadeiras carroças”. Tenho minhas duvidas, mas aparentemente esta realidade mudou para os automóveis. Porém, se olharmos para o mercado brasileiro de bicicletas, parecemos parados no tempo. Read More

Minha academia é um morro

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Nesse morro às vezes eu morro

Tive um momento grandes-ideias-que-salvaram-a-humanidade e convidei uma amiga: ‘Deia, o que você acha da gente subir o Morro da Cruz durante 30 dias?’ e, antes que eu começasse a explicar o porquê disto, ela topou. Eu nunca usei a bicicleta como esporte. Pelo contrário, gosto de pedalar porque me exercito sem que meu corpo perceba, o que funciona bem pra mim. Porém, eu que pedalava todos os dias para ir trabalhar, tô há um ano sendo freela em casa, então aqueles quase 1.000 km que fazia todos os meses viraram algo muito próximo de zero.

Próximo de zero, porque praticamente toda vez que saio de casa, saio de bike. Uma das saídas que faço semanalmente, é participar do Nesse Morro Eu Não Morro, um pedal que meu querido criou para estimular pessoas a pedalarem até o mirante do temido morro, mesmo que você não seja um ‘biker’. Toda quarta eu reclamava, saía de casa meio contrariada e voltava a 5000 volts tocando o terror. A sensação de disposição e bem estar se prolongava por mais um ou dois dias, então concluí ‘deve ser foda fazer isto todos os dias’.

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No primeiro dia do desafio

Convidei a Deia e ela topou. Combinamos então subir aquele morro até o dia 15/03 – quando aconteceria uma prova de subida do morro da cruz (feita por atletas e não duas abobadas). Começamos numa sexta-feira. Treze. De Carnaval. Além de tudo, o tempo estava feio. Mas fomos, porque somos lindas. Read More

Dá um tempo: 8 dicas para divar de bike no calor

Esta é a estreia da categoria ‘Dá um tempo‘ – postagens que falarão sobre desculpazinhas relacionadas às condições climáticas para não pedalar. Terá frio, chuva, vento e por aí vai. Hoje vamos falar do calor 🙂

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Divas de verão vintage. Via Bobbins e Another Mag.

O verão tem suas alegrias, mas cumprir com compromissos quando lá fora faz 40 graus não é nenhum moranguinho. Para muita gente, se isto ainda for de bicicleta, pode parecer um passeio no inferno, mas ó, não é tão ruim assim, eu garanto.

Pensando nisto, separei algumas dicas para superar os dias mais quente em cima da magrela sem perder o charme. Read More

Pelo caminho mais longo

Quando você sai de casa para passear, qual o critério para escolher o caminho? O que é mais perto? O que tem menos semáforos? O que você sabe ir e voltar como na palma da sua mão? Quando eu saio de bicicleta pra passear, eu escolho o caminho mais agradável. Não necessariamente o menor ou mais plano. Aliás, normalmente são os caminhos com estradas ‘piores’ e subidas extras.

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Saída do grupo no Horto Florestal

Dia desses a gente foi para Jurerê Internacional com a galera do Pedal de Quinta, mas eu tenho birra com a SC 401 e a Deia estava conosco e pedalava há pouco tempo, então o Vini nos guiou por um caminho alternativo, que consistia em subidas e descidas a mais, uma estradinha de terra e quase o dobro da quilometragem.

O legal de fazer algo assim, é que aumentam (em muito) as chances de você parar em um lugar que nunca esteve – como foi o caso da Deia no Cacupé. Ainda mais em Florianópolis, que é uma cidade generosa em seus cantinhos e tem muito a oferecer.

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Transpirando alegria no lindo bairro do Cacupé

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Começando (mesmo) a pedalar: Ingrid

PedalGlamour_Ingrid_01Já concluí que todo o adulto que não aprendeu a pedalar, acredita ser o único nesta situação. Não poderiam estar mais errados: muita gente cresce sem subir numa bicicleta. Felizmente, faço parte do Bike Anjo, coletivo que ajuda pessoas de todas as idades a aprender a pedalar e hoje participei de um atendimento bem legal: o da Ingrid. Read More

Pedal L’amour

Hoje é dia Dia de São Valentim, o famoso Valentine’s Day na gringa. Apesar da data não ser tão celebrada por aqui, decidi fazer uma homenagem e aproveitar para falar dos casais que pedalam juntos.

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1. Quem nunca sai por aí carregando a moça de vestido vermelho e o ursinho de pelúcia; 2. ‘Tá tão ruim isto daqui, que vou botar um pezinho no chão enquanto o fotógrafo tira a foto’; 3. Tranquilamente carregando a namorada na contramão. (via Eleanor’s)

A inspiração veio deste post, do blog da Eleanor’s, uma loja hype e maravilhosa de Nova Iorque, mas que desta vez viajou bonito ao listar casais com nenhuma ligação com a realidade e, o pior, com as mulheres sendo sempre carregadas. Ora, bolas, carambolas, desde quando ‘casais pedalando’ significa o bróder levando a mocinha como se fosse um ornamento? Olha, se você quiser ser carregada, te dou meu apoio, mas posso dizer que nunca vi disto e que tem um montão de mulher pedalando – melhor que muito manolo – por aí. Read More

Caule Converte 2015: foi lindo!

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Cansei das poses tradicionais com a bicicleta e fiz isto. Pois é, deu bem errado.

Na última quinta-feira rolou o maravilhoso Caule Converte 2015, numa união de esforços que juntou um monte de gente bonita, elegante e sincera! Era para rolar um pedal até o evento, mas a chuva não parava de cair e desanimou a galera. O tempo estava tão esquisito, que durante a tarde torci para cair o mundo e ir de carro (#confesso), mas felizmente meu plano deu errado.

No final de tarde, a chuva deu uma tregua e quem foi pedalando não se arrependeu, já que no dia tinha jogo do Avaí e o sul da ilha estava todo congestionado. Saímos da UFSC em direção a Aldeia Índigo, no mesmíssimo trajeto que contei aqui.

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Bonde para o Caule Converte!

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O Caule Converte 2015 é amanhã, e é claro que nós vamos pedalando. Faremos um bonde para você ir junto, saindo da UFSC às 18h10. É bom chegar antes para batermos um papo e, se preciso, darmos uma mãozinha nas magrelas. Ir em grupo é muito legal para quem não está tão habituado com o trânsito e/ou o trajeto. O ritmo será bem tranquilo e contaremos com apoio mecânico. Não precisa ficar inibido, hein? É só chegar 🙂

  • Local de Encontro: UFSC – em frente a reitoria
  • Concentração: 17h30 (para bater um papo e fazer ajustes básicos como encher pneus e passar óleo se precisar)
  • Saída: 18h10
  • Ritmo: passeio, para quem não tem experiência e/ou pressa
  • Distância: aproximadamente 10km (20 km ida e volta)
  • O que levar: água, dinheiro, coisas pessoais
  • O que é bom levar, se tiver: luzes (dianteira e traseira), colete refletivo (para a volta), câmara reserva.
  • Voltaremos juntos também!

Caso você não tenha câmara reserva e/ou luzes, não tem deixe de ir por causa disto (mas saiba que são coisas sempre úteis de se ter). O Garupa fica bem pertinho da UFSC e tem bons preços, então quem sabe você não dá uma passadinha lá antes?

Uma opção para quem mora um pouco mais longe, é ir de carro até a UFSC levando a bicicleta. Estacione na universidade, tire a magrela e vá pedalando. Na volta, você coloca a bike no carro e volta o restante do caminho dirigindo. Incrível, não?

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Esperamos todos lá <3

Calor não é problema

Eu tinha um compromisso importante a 12km de casa e o calor tava de matar (boladefogo.mp3), mas né, quem disse que eu pensei em ir de outro jeito senão pedalando. Em dias como este, pode até dar aquela vontadezinha de abandonar a magrela, mas tem jeito para tudo.

Desta vez, resolvi indo cedo e com outra roupa. Como a reunião era num restaurante que adoro, decidi ir antes – o que significava sair de casa perto do meio dia – e almoçar por lá mesmo. Assim, dava tempo de parar de suar e ficar diva para a reunião.

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Saindo de casa num vibe esporte-rayo-laser

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Pequenas pedaladas viram grandes tarefas

Fui buscar alguns documentos no IGP, que fica uns 5km da minha casa. O instituto fica num canto do Itacorubi, em um lugar sofrível para se chegar de ônibus e possui um congestionamento volumoso para quem quer ir de carro. Esta é uma distância chave: longe demais para se ir a pé, perto demais para se ir de carro e confuso demais para se ir de ônibus. Impossível de ir? Não, fui de bike e em menos de vinte minutos estava lá.

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Apesar das inúmeras vagas – sempre lotadas – do local, não há nenhum bicicletário. Neste caso, foi uma baita sorte, já que prendi a bike bem na entrada, com direito a sombra e tudo.  Normalmente não tem problema em prender no corrimão, desde que não seja um acesso de cadeirantes ou que fique atrapalhando o caminho.

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