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Bike arte: 07 mulheres que retratam a rotina de quem pedala com suas criações

Um dos efeitos colaterais mais interessantes do uso da bicicleta, é o da cultura da bike. Eventos, coletivos e, claro, arte. Seja por meio de colagens, ilustrações, quadrinhos ou fotografias, artistas que pedalam parecem extrair a essência de como nos sentimos ao montarmos em selins, de um jeito autêntico e, na maioria das vezes, bem divertido.

Quando essa combinação é de mulheres + bicicleta + arte, o arranjo fica ainda mais fascinante. Pensando nisso, selecionei artistas que fazem um trabalho muito lindo em torno da cultura da bike – e que merecem todo o nosso apoio.

  1. Sobre Margarida – Priscila Sbampato

Conheci a Priscila no Musas da Urbanidade e já de cara a adorei. Além de ser designer, a Priscila é ilustradora e é nessa área que ela se dedica a retratar mulheres e suas magrelas. Para minha surpresa, ela me mandou colagens sensacionais sobre fotos minhas. Obviamente, morri de amores.

Colagem sobre fotos Sobre Margaridas
Belezuras que a Priscila posta no seu Instagram
O universo bicicletístico e fantástico da Priscila.

Confira o trabalho da Priscila no Instagram Sobre Margarida (vale a pena seguir, hein!).

2. Bikeyface – Bekka Wright

A americana Bekka vive em Boston e cria quadrinhos extramente realistas sobre estar em um veículo ágil porém frágil num dos países mais carrocratas do mundo. Suas tiradas sobre o universo feminino num cenário tão cheio de machismos são incríveis e dão vontade de abraçar a artista, por compreender tão bem a nossa rotina.

Bekka retratando a larica sem maconha causada pelo uso da bicicleta. Fome eterna duma mente sem lembranças.

Bekka, além de artista, também é escritora, film maker, padeira de cookies de chocolate (haha), cicloativista e muito engraçada. Alguém bem que poderia se dedicar a traduzir todos os quadrinhos dela, né non?

O loop da felicidade ao usar a bicicleta como transporte.

 

3. KPPdraws – Kitty Pemberton-Platt

A inglesa Kitty tem duas paixões na vida: pedalar e desenhar. Ela retrata de maneira bem humorada a rotina de quem usa speed para treinar, mas mesmo quem não vive isso consegue se divertir com as suas ilustrações. Seu trabalho é uma declaração de amor ao esporte (e, ao que tudo indica, a alguém que pedala também).

As regras da estrada: viva e aprenda em cima do selim.

Ainda que o seu site oficial funcione, a loja e o Instagram dela não estão mais no ar, mas por sorte ainda temos as ilustrações antigas para contemplar. Ah, num stalk básico, descobri que além de ilustrar bem, ela pedala como uma monstra. Pura inspiração (mais) essa moça.

 

4. Sarita Mann – Sarita Mann Design Studio

A Sarita é designer e busca materiais e práticas sustentáveis para os seus projetos. De maneira não muito surpreendente, ela também é ciclista. A descobri em uma reportagem da Momentum Mag sobre como prender a sua bicicleta – que, aliás, também é um excelente ebook (ambas em inglês).

Amor pelas bikes por Sarita Mann para a Momentum Mag.

No site dela, você pode conferir os outros trabalhos que ela desenvolve.

5. Laurie King

O sofá de ciclista hahahah

As ilustrações da Laurie estão longe de ficarem só no papel. Expert em serigrafia, ela é capaz de passar suas ideais para um mundo de materiais. Amante das estradas, ela junta essas duas paixões de um modo poético e muito agradável aos olhos. De acordo com seu site, o processo é parte fundamental da sua criação, bem como…. ora, sair para pedalar.

Você pode descobrir mais trabalhos no site dela ou ainda comprar algum mimo super lindão na loja virtual.

6. Danielle Baskin – Inkwell Helmets 

Falando em produtos com arte, chegamos na incrível Danielle, que em 2009 fundou a Inkwell Helmets. Sabendo que os capacetes são bem limitados (e sem graça), ela começou a pintá-los a mão, fazendo-os ficarem mais personalizados e estilosos, e assim incentivando o uso do artefato.

Seu trabalho reflete bem os seus interesses: ilusões de óptica, bicicletas, bicicletas como meio de transporte, ciência, educação e por aí vai. Não faltam paixões para essa menina.

Para você ser uma obra de arte móvel, os capacetes são vendidos online e custam entre 85 e 245 dólares cada.

7. Britt Appletton

A cômica Britt gosta de ilustrar pessoas – e quase não entrou nessa lista muito seleta (risos). Porém, sua capacidade de ser sagaz e feminista, vivaz e crítica, tornou impossível não colocá-la. Ela não tem a bike como principal tema, mas quando a encontrei nessa reportagem da Total Womens Cycling, não tive mais como tirá-la deste post.

Confira o site da artista ou ainda essa série maravilhosa sobre mulheres e menstruação na Toast.

Bom, essas foram as artistas que achei por aí retratando o mundo em duas rodas. Vocês conhecem outras? Compartilhem com o mundo, bora enaltecer mulheres artistas!

Meu super agradecimento para a Priscila, que me usou como inspiração (sério, gente, como pode!?) no seu trabalho lindo e ainda me explicou melhor sobre o que é bike arte – que, aliás, ficou faltando colocar mais informações, mas perdi tudo no meu celular com a tela quebrada :p

 

5 brazucas que vão te inspirar a pedalar

Divas em duas rodas deste Brasil-sil-sil
Divas em duas rodas deste Brasil-sil-sil

Eu queria demais poder só postar no Pedal Glamour e nada-mais. Porém, meu tempo e minha disciplina não me permitem isso. Se eu não consigo escrever tudo o que planejo e desejo,  pelo menos tenho a sorte de ter um monte de gente produzindo conteúdo de excelente qualidade sobre o tema e encorajando um montão de gente a pedalar.

Sendo assim, montei uma lista para você se inspirar diariamente para pedalar e manter o estilo com conteúdo porreta e muito grrrl power (mas tenho certeza que os bróders se sentirão inspirados também). Leia o post completo

Dá um tempo: 8 dicas para divar de bike no calor

Esta é a estreia da categoria ‘Dá um tempo‘ – postagens que falarão sobre desculpazinhas relacionadas às condições climáticas para não pedalar. Terá frio, chuva, vento e por aí vai. Hoje vamos falar do calor 🙂

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Divas de verão vintage. Via Bobbins e Another Mag.

O verão tem suas alegrias, mas cumprir com compromissos quando lá fora faz 40 graus não é nenhum moranguinho. Para muita gente, se isto ainda for de bicicleta, pode parecer um passeio no inferno, mas ó, não é tão ruim assim, eu garanto.

Pensando nisto, separei algumas dicas para superar os dias mais quente em cima da magrela sem perder o charme. Leia o post completo

Calor não é problema

Eu tinha um compromisso importante a 12km de casa e o calor tava de matar (boladefogo.mp3), mas né, quem disse que eu pensei em ir de outro jeito senão pedalando. Em dias como este, pode até dar aquela vontadezinha de abandonar a magrela, mas tem jeito para tudo.

Desta vez, resolvi indo cedo e com outra roupa. Como a reunião era num restaurante que adoro, decidi ir antes – o que significava sair de casa perto do meio dia – e almoçar por lá mesmo. Assim, dava tempo de parar de suar e ficar diva para a reunião.

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Saindo de casa num vibe esporte-rayo-laser

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Pequenas pedaladas viram grandes tarefas

Fui buscar alguns documentos no IGP, que fica uns 5km da minha casa. O instituto fica num canto do Itacorubi, em um lugar sofrível para se chegar de ônibus e possui um congestionamento volumoso para quem quer ir de carro. Esta é uma distância chave: longe demais para se ir a pé, perto demais para se ir de carro e confuso demais para se ir de ônibus. Impossível de ir? Não, fui de bike e em menos de vinte minutos estava lá.

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Apesar das inúmeras vagas – sempre lotadas – do local, não há nenhum bicicletário. Neste caso, foi uma baita sorte, já que prendi a bike bem na entrada, com direito a sombra e tudo.  Normalmente não tem problema em prender no corrimão, desde que não seja um acesso de cadeirantes ou que fique atrapalhando o caminho.

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Kimonos: uma tendência para se pedalar

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De bike & kimono: combinação para se copiar (foto via hello it’s valentine)

Não é todo dia que uma tendência de moda é algo incrivelmente bom para pedalar. Os kimonos, na versão fashionista, são peças levinhas usadas para complementar os looks com leveza e personalidade. Pode parecer insano usar uma peça a mais no calor, mas é sim uma excelente solução para se proteger do sol. Leia o post completo

Perca 5kg em um mês

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Euzinha em um dia ‘me sentindo a maior monstra da história’.
Foto linda do Vinícius (Leyser da Rosa) no Cacupé.

Atenção: este é o posto mais sensacionalista (até agora!) do Pedal Glamour. 🙂

Eu já fui várias, mas certamente, a minha versão mais insuportável, é a versão ‘de dieta’. Falando em dieta, eu já fiz muitas. Eu era tão desagradável, que não podia ver alguém comendo algo saboroso, que já metralhava ‘Você sabe quantas calorias tem cada biscoito deste?‘. Me impressiona que eu tinha amigos.

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Final de semana fora da caixa / Parte 2 / Praia, bazar & etc

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Saindo de casa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Domingo foi dia de ficar repetindo ‘isto é que é vida’. O dia tava lindão e lá pelas 16h, eu e boy magia rumamos para a praia. Desta vez escolhemos uma do leste da ilha, a Joaquina, porque eu queria muito dar uma zoiada no Relicário Bazar, que tava rolando na Lagoa. Com o aprendizado do picnic e um calor menos zoado, decidi ir de ‘civil’ mesmo. Sainha leve e uma blusa que protegia as costas e o colo. O lencinho também fez sua parte.

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Joaca lindona.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Um ventão contra nos fez levar um tempo extra até a Joaquina, que tava gelada que só. Um ar condicionado e tanto para quem só reclamava do calor. O legal da Joaquina é que tem um chuveiro gratuito de água doce, então dá pra rolar na areia e depois tomar uma ducha, já que pedalar salgada pode ser bem ruim.

Diferente da semana passada, que depois da praia paramos na padaria, desta vez levamos lanchinho. Fiz uns sanduíches e deixei eles no congelador por mais ou menos 1hr, assim deu pra chegar com eles na praia sem derreter. Também levamos maçãs e chocolate.

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Avenida das Rendeiras – em frente ao Relicário Bazar.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Depois da praia, rolou uma pausa nas Av. das Rendeiras, para o Relicário Bazar, que tava a-coisa-mais-linda-do-mundo. Deixei o Vini descansando na Lagoa enquanto eu fuçava as milhões de peças e maravilhas que tinham no bazar.

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Mirante do Morro da Lagoa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

A volta teve um suadouro (cadê O GLAMOUR?) e tanto, mas essa blusa é daquelas fininhas, que secam logo que começa a descida. Sérião, é só água, logo que seca já fica tudo bem, sem o fedor que vocês tão imaginando. Reparem que o lencinho também tem papel fundamental em manter as madeixas em um estado decente. O suor pode dar medo, mas reparem nesta vista maravilinda do mirante do Morro da Lagoa. Parar ali é quase obrigatório quando se está de bicicleta – e não importa se você não é turista.

E como eu o Vini somos aventureiros e estávamos transbordando endorfinas, decidimos fechar o final de semana com chave de ouro e subir o mítico Morro da Cruz, no centro da cidade. Lá é um lugar muito especial para nós dois, porque é uma subida desafiadora (mas nada impossível) que reseta as preocupações da mente. Então, nada mais lógico do que finalizar as atividades ali.

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Mirante do Morro da Cruz.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Já que uma imagem vale mais que mil palavras, então não preciso me estender dizendo que cheguei morta lá em cima. Porém, ainda tivemos energia para ir ao supermercado e voltar pra casa. É o que o corpo tem dessas maravilhas: quanto mais a gente se mexe, mais energia tem.