Vou de bicicleta

Final de semana fora da caixa / Parte 2 / Praia, bazar & etc

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Saindo de casa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Domingo foi dia de ficar repetindo ‘isto é que é vida’. O dia tava lindão e lá pelas 16h, eu e boy magia rumamos para a praia. Desta vez escolhemos uma do leste da ilha, a Joaquina, porque eu queria muito dar uma zoiada no Relicário Bazar, que tava rolando na Lagoa. Com o aprendizado do picnic e um calor menos zoado, decidi ir de ‘civil’ mesmo. Sainha leve e uma blusa que protegia as costas e o colo. O lencinho também fez sua parte.

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Joaca lindona.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Um ventão contra nos fez levar um tempo extra até a Joaquina, que tava gelada que só. Um ar condicionado e tanto para quem só reclamava do calor. O legal da Joaquina é que tem um chuveiro gratuito de água doce, então dá pra rolar na areia e depois tomar uma ducha, já que pedalar salgada pode ser bem ruim.

Diferente da semana passada, que depois da praia paramos na padaria, desta vez levamos lanchinho. Fiz uns sanduíches e deixei eles no congelador por mais ou menos 1hr, assim deu pra chegar com eles na praia sem derreter. Também levamos maçãs e chocolate.

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Avenida das Rendeiras – em frente ao Relicário Bazar.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Depois da praia, rolou uma pausa nas Av. das Rendeiras, para o Relicário Bazar, que tava a-coisa-mais-linda-do-mundo. Deixei o Vini descansando na Lagoa enquanto eu fuçava as milhões de peças e maravilhas que tinham no bazar.

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Mirante do Morro da Lagoa.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

A volta teve um suadouro (cadê O GLAMOUR?) e tanto, mas essa blusa é daquelas fininhas, que secam logo que começa a descida. Sérião, é só água, logo que seca já fica tudo bem, sem o fedor que vocês tão imaginando. Reparem que o lencinho também tem papel fundamental em manter as madeixas em um estado decente. O suor pode dar medo, mas reparem nesta vista maravilinda do mirante do Morro da Lagoa. Parar ali é quase obrigatório quando se está de bicicleta – e não importa se você não é turista.

E como eu o Vini somos aventureiros e estávamos transbordando endorfinas, decidimos fechar o final de semana com chave de ouro e subir o mítico Morro da Cruz, no centro da cidade. Lá é um lugar muito especial para nós dois, porque é uma subida desafiadora (mas nada impossível) que reseta as preocupações da mente. Então, nada mais lógico do que finalizar as atividades ali.

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Mirante do Morro da Cruz.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Já que uma imagem vale mais que mil palavras, então não preciso me estender dizendo que cheguei morta lá em cima. Porém, ainda tivemos energia para ir ao supermercado e voltar pra casa. É o que o corpo tem dessas maravilhas: quanto mais a gente se mexe, mais energia tem.

Final de semana fora da caixa / Parte 1 / Picnic no Parque

Esse final de semana foi lindo, fora da caixa – ou seja, fora do apartamento, o que é quase a mesma coisa.  Sábado rolou um Picnic incrível do Pedal Nativo. Sem muitos registros fotográficos, porque nos atrasamos e deixamos o grupo inteiro esperando (fui salva pelas fotos lindas do Osdair).

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Claudia chiquérrima e eu, aprendendo as dicas com ela.
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

A saída estava marcada para às 14h na UFSC e tava um calorão infernal. O trajeto era de mais ou menos 18 km, com dois bons morros no caminho. Então pensei ‘bom, tá muito quente, é longe, o caminho não é dos mais fáceis, [insira aqui um monte de desculpas] acho justo hoje vestir uma roupa mais esportiva”. Quando encontramos o grupo, vi a Claudia, linda e maravilhosa, indo para o mesmo passeio que eu, com as mesmas condições climáticas, só que sem desculpas! Ela escolheu uma bermudinha branca, colocou uma regata e uma camisa bem levinha e linda por cima, criando camadas, se  protegendo do sol e do calor e divando. Foi um baita aprendizado, afinal, dá sempre pra ir com roupas ‘normais’. Está comprovado!

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Terminando o último morro antes da comida!
Foto Vinícius Leyser da Rosa.

Apesar de uma roupa esportiva não ser a coisa mais linda do mundo, eu a escolhi por um motivo. Pode parecer loucura, mas quando o sol tá muito forte, o melhor é se tapar mesmo, porque aí preservamos a pele e, acreditem, um couro queimado dá uma canseira infinita depois. Então escolhi esta blusa de guerra, branca encardida e de mangas compridas, que protegem as costas e os braços. Também usei um lenço na cabeça, protegendo partes do rosto, da nuca e segurando o suor do cabelo. Tem hora que não tem jeito, vai suar mesmo.

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Praia do Moçambique.
Foto Osdair Ferreira.

O picnic era no Parque Estadual do Rio Vermelho e foi delicioso, cheio de frutas, pães, queijos… enfim, fartura de fim de ano 😉 Além de tudo, teve o bônus que o parque tem uma breve trilha que dá na Praia do Moçambique. Os mais corajosos até encaram a água gelada da região.

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Parque Estadual do Rio Vermelho.
Foto Osdair Ferreira.
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Caminho que leva da Praia do Moçambique para o Parque Estadual do Rio Vermelho.
Foto Osdair Ferreira.

Parabéns para a equipe do Pedal Nativo, tava incrível. Aliás, se você quiser saber quais as próximas aventuras deles, acompanhe na página do Facebook. Sempre tem roteiros imperdíveis.

Claro que tudo isto daria para ser feito de carro ou transporte público, mas certamente teríamos algumas dores de cabeça com o movimento de final de ano em Floripa e não teríamos a alegria do ventinho na cara, da superação dos morros e muito mais. Também é ótimo chegar faminto, depois de gastar as energias no trajeto. 🙂

(em breve conto o mimimi de domingo)

 

 

 

Dia de Praia em Floripa :)

Ontem Florianópolis acordou com um dia maravilhoso! Catei o boy magia para darmos um rolê e fomos curtir a primeira praia do verão. Decidimos ir para o Sul da Ilha e quando saímos já era final de tarde, mas super valeu o passeio.

(Este post é super especial e não é só pela vibe tropical lindeza, mas porque é o primeiro com um vídeo <3  Espero que gostem!)

Umas horas antes de sair, colocamos as garrafinhas no congelador, para termos água fresquinha quando chegássemos lá. De resto, foi só levar o basicão mesmo: protetor solar, toalhas, canga e afins.

info-praia-01Eu usei uma saia com um forro-shortinho. Além de super confortável, é um peça ótima para pedalar, porque evita preocupações com o que mostrar ou não mostrar.  A minha eu comprei na A Colorida.

shortO trajeto até o Campeche (15 km) levou aproximadamente 45 minutos num ritmo sossegado & com vento a favor. A maré estava baixa então decidimos seguir até o Morro da Pedras pela praia,o que adicionou mais uns 2km super gostosos de percorrer. Estacionamos as magrelas na areia e ficamos curtindo um final de tarde incrível.

praiaDepois da praia, fomos ‘abastecer’ as panças na padaria: uma parte bem comum nos nossos passeios.

A ideia é mostrar que é possível ir para a praia usando a bicicleta. Sempre dá para ir num ritmo de passeio e curtir não só a praia como também o trajeto. Haverão outros posts sobre aspectos do caminho 🙂

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Fotos e vídeo por Vinícius Leyser da Rosa 🙂 <3

Festa de boa na lagoa

festinha-012Sábado era dia de festinha no Canto da Lagoa – bairro lindão daqui de Florianópolis. Tava fazendo uns 90ºc na rua (ok, uns 27ºc) e o céu parecia anunciar uma chuvona a qualquer momento, mas como sou uma menina muito corajosa, fui assim mesmo.

festinha-022Coloquei um vestido que adoro para pedalar, porque ele é larguinho embaixo e tem botões na frente, pesando a frente do vestido e me poupando de fazer a Marilyn Monroe no meio da rua. Escolhemos um trajeto mais tranquilo, passando por dentro dos bairros e evitando as ruas e avenidas mais movimentadas. Assim a ida para a festa vira também um passeio.

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Fazendo a linha ‘Juliana está deeeeeeeeesmaiada’ com este calor.

Apesar do caminho relax, no meio do trajeto tem o Morro da Lagoa, que é inevitável.  Inicialmente, o morro parece uma barreira intransponível (180m de elevação) e apesar dele exigir respeito, logo a gente aprende a superá-lo. Notem o vestidinho fazendo bem o seu papel ‘anti vexame’.

IMG_7026Doze quilômetros depois, cheguei ao destino meio suada, mas nada muito dramático, ainda mais considerando que foi um dia bem quente. Nessas horas, é só dar um tempinho antes de entrar, tomar uma água, que logo a cara ‘normal’ está de volta. Como era uma festinha tranquila, não rolou uma super produção tapete vermelho, então o pouco de reboco que coloquei na cara, não ‘desmanchou’ com o calor.

festinha-042 Ainda na entrada, fui recebida pelo Monstrinho, o dona da festa. Notem a minha destreza / linda pose ao segurar a bike e bater um papo com o gato. Aprende aí, Vogue.

festinha-05E a volta foi bem tranquila, porque já era tarde e o movimento do trânsito já tinha diminuído bastante. Lembrando que, mesmo com o movimento menor, é sempre necessário ir com calma e atenção.

Fotos Vinícius Leyser da Rosa