PG_Aldeia_01
Cansei das poses tradicionais com a bicicleta e fiz isto. Pois é, deu bem errado.

Na última quinta-feira rolou o maravilhoso Caule Converte 2015, numa união de esforços que juntou um monte de gente bonita, elegante e sincera! Era para rolar um pedal até o evento, mas a chuva não parava de cair e desanimou a galera. O tempo estava tão esquisito, que durante a tarde torci para cair o mundo e ir de carro (#confesso), mas felizmente meu plano deu errado.

No final de tarde, a chuva deu uma tregua e quem foi pedalando não se arrependeu, já que no dia tinha jogo do Avaí e o sul da ilha estava todo congestionado. Saímos da UFSC em direção a Aldeia Índigo, no mesmíssimo trajeto que contei aqui.

PG_Aldeia_02
Ostentando mobilidade enquanto os colegas motoristas s-o-f-r-i-a-m.

Com o tempo com cara de chuva, decidimos ir com outra roupa e caso um temporal começasse, teríamos roupas secas & lindas para trocar. Aliás, é sempre bom pensar nisto: se a chuva for iminente e o seu compromisso exigir ~um look glamour~, vá com outra roupa e só se troque ao chegar no local. 

PG_Aldeia_03
Prometo me matricular no próximo curso do Senac para aprender a posar.

Claro que a morta-de-fome aqui, já chegou conferindo o sempre-incrível cardápio da Aldeia Índigo. Pedimos pizza (que possui opções vegetarianas e veganas) e uma cervejinha artesanal. Valeu cada centavo e só não deu briga porque somos muito zen.

PG_Aldeia_04
Pizza de abobrinha (R$19) e cerveja artesanal (R$12) na Aldeia Índigo.

Nesta altura, o Caule já tava bombando, com empresas incríveis expondo seus produtos e uma galera trocando ideias sobre como viver de uma maneira mais saudável para si e para o planeta. Fiquei muito impressionada com as marcas de roupas Lotta Lisette e Gotha – que, por sinal, fui modelo das duas no desfile do dia. A Lotta produz peças com algodão orgânico, cânhamo e linho. É tão confortável que parece que você voltou para o útero. A Gotha, propõe um consumo mais consciente e longe do fast fashion, salvando os nossos bolsos e com o planeta. Nos dois casos, as peças são tão lindamente bem feitas, que você nem sabe qual é o lado avesso (amo!).

Os acessórios eram todos pintados a mão pela artista Clá Bianchin.

PG_Aldeia_05
Calça saruel da Lotta: tão confortável quanto voltar para o útero.

Outra coisa que eu pirei muito foi com a maquiagem orgânica da Bioart. Devo dizer que estava transbordando de preconceitos e mordi a língua. O troço é formidável: deixa o carão super bonito, dura horrores e depois, quando a gente tira, dá a impressão que a pele ficou mais hidratada. Sérião, gente, eu sei que parece balela, mas vale demais testar. Voltei para a casa pedalando e a maquiagem – que tinha sido feita horas antes no evento – chegou bonitona. Tô super desejando fazer uns testes extreme com a bike e a maquiagem da Bioart para saber mais.

Enfim, como vocês notaram, foi lindo demais, tinham muitas pessoas criando produtos e/ou serviços que tornam o mundo um lugar melhor e eu tô louca para que o próximo role logo.

Todas as fotos são do Vinícius Leyser da Rosa <3

2 Comments

  1. Tô super curiosa pra usar as maquiagens da bioart! Até comprei um rímel mas a loja cancelou meu pedido porque tava em falta 🙁
    Comprei uma base da Lush pra testar e porque a cor parecia perfeita com a minha (caso raríssimo). É BIZARRO mesmo como parece que a pele parece mais hidratada e gostosa usando maquiagem, é um mundo totalmente diferente!

    Beijos <3

  2. Luanda Lima

    Delícia de post!! Deu vontade de conhecer essa calça da Lotta e a maquiagem da Bioart. Beijos!

Leave a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *