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Magrelas posando no Vilaj. Elas sempre ficam bem nas fotos.

Ontem rolou o primeiro Roupa Livre em Floripa e foi lindo! O projeto propõe um novo ponto de vista para o nosso consumo – tantas vezes absurdo –  e aconselha que tenhamos um outro olhar para as peças que compramos e descartamos. Além de um baita troca-troca de roupas, ainda rolou um papo sobre estilos de vida, em que eu, a Mari Pelli e a Cristal Muniz (Um ano Sem Lixo) contamos um pouco das nossas histórias.

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Trupe do cinza na saída da casa da Deia.
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Prêmio Beatles da falta de coordenação motora para fotos.

Ir para o evento já foi super divertido, porque estava muito bem acompanhada pela minha querida prima Tainá e pela mais nova ciclista musa, a Deia. Saímos da Trindade, buscamos a Deia na UDESC e depois seguimos para o Vilaj Coworking. Coisas boas da bike, que faz com que os trajetos se tornem pequenos passeios pela cidade.

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Trajeto da casa da Deia até o Vilaj.

Na ida (azul), escolhemos um caminho que pegava um pedacinho da Madre Benvenuta e depois seguimos por dentro do bairro Jardim Anchieta. Para a volta (laranja), apesar da Benvenuta não ter uma ciclovia (responsabilidade não cumprida do Shopping Iguatemi), escolhemos o caminho mais curto pela avenida, por estarmos bem sinalizados e em horário tranquilo.

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Acessando a Madre Benvenuta no final da minúscula ciclovia da UDESC.
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Sem faixas de segurança, o jeito é ir com cuidado.
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Sempre que possível, é agradável usar caminhos menos movimentados. Pode levar mais tempo, mas é muito mais sossegado.

 

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Felizes de chegar ao Vilaj.
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Cadê o glamour?

Como no evento o objetivo era doar, trocar ou vender peças de roupas, a Deia já mitou e levou suas peças em uma mochila, já que ela ainda não tem um bagageiro com alforje na bicicleta. Apesar do peso e das várias peças, ela não hesitou e, claro, se saiu super bem. Sem contar que o tempo estava horroroso e já denunciava o temporal que viria logo em seguida, mas nada disto a abalou. É ou não é para se encher de orgulho?

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Galera na pegada liquidação do bem. Via Roupa Livre.
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Onde conheci o meu mais novo amor: um vestido floral maravilindo. Via Roupa Livre.

Chegamos cedo e já tava uma vibe super gostosa, com as empadinhas do Devorei saindo do forno e uma galera feliz em fazer parte de algo simples, mas super especial. Depois que as peças foram expostas, rolou uma euforiazinha coletiva. Eram muitas coisas legais disponíveis para escambo. Eu, que j-u-r-e-i que não iria levar nada para casa, me vi em um relacionamento sério (seríssimo) com um vestido floral, que teve que ser enfiado no alforje e ganhar um novo lar <3

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Compartilhamento de emoções – quase uma terapia em grupo. Via Roupa Livre.

Depois rolou o papo com os participantes, que compartilharam um pouco da sensação de trocar peças com desconhecidos e de como isso pode ser legal (e deve ser repetido!).

A chuva, que prometia desde o final da tarde aparecer para dar um alô, ficou a festa inteira e fez com que a gente voltasse pra casa sensualizando na água, mas nada dramático, já que o trajeto era curto e a chuva tinha diminuído consideravelmente. De novo a Deia foi super bem e não pareceu minimamente arrependida de deixar o carro na garagem.

Enfim, sou só alegria e meu coraçãozinho está muito contente em fazer parte de um evento com tanta gente interessante reunida com o mesmo propósito. Infinitos agradecimentos aos bonitos do Vilaj, a Mari Pelli, a Cristal e a todos os outros que fizeram parte do primeiro Roupa Livre em Floripa. Que venham os próximos – cheios de vestidos florais.

Todas as fotos sem crédito são do Vinícius Leyser da Rosa, o melhor boytographer do mundo <3

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