Fui buscar alguns documentos no IGP, que fica uns 5km da minha casa. O instituto fica num canto do Itacorubi, em um lugar sofrível para se chegar de ônibus e possui um congestionamento volumoso para quem quer ir de carro. Esta é uma distância chave: longe demais para se ir a pé, perto demais para se ir de carro e confuso demais para se ir de ônibus. Impossível de ir? Não, fui de bike e em menos de vinte minutos estava lá.

PG_MelhorVaga

Apesar das inúmeras vagas – sempre lotadas – do local, não há nenhum bicicletário. Neste caso, foi uma baita sorte, já que prendi a bike bem na entrada, com direito a sombra e tudo.  Normalmente não tem problema em prender no corrimão, desde que não seja um acesso de cadeirantes ou que fique atrapalhando o caminho.

PG_JustWaiting

Chegando lá, tinham muitas pessoas na minha frente e tive que aguardar um pouco, mas nada como tá com o corpo cheio de endorfinas e achar graça do mau humor alheio. Diferente deles, ainda voltei pedalando, enquanto a maioria sofreu mais um pouco no engarrafamento. Sempre me dá vontade de falar isto para cada pessoa estressada que encontro. Mal sabem como uma bicicleta pode fazer uma grande diferença na vida delas.

Pra mim, este é um dos melhores jeitos de começar a pedalar: fazendo pequenos trajetos para realizar tarefas simples. Você pode comprar pão ou ir ao shopping e ver como se sente. Você certamente ficará muito orgulhoso do seu feito. Duvido que você sinta falta de caçar uma vaga para estacionar. 

11 Comentários

  1. Luciana Vieira

    Em 2013 também precisei ir ao IGP e achei muito mais prático ir de bike, exatamente como você relatou aqui. Também prendi a bicicleta no corrimão, sem atrapalhar o acesso das pessoas. No mesmo período fui à Polícia Federal que também não tem bicicletário e os seguranças me disseram que eu podia prendê-la junto ao portão. Tanto o IGP e a Polícia Federal deveriam ter bicicletário. Se eu não estiver com a memória falha, usei o site desses órgãos para sugerir a instalação de bicicletário.

    • pglamour

      Nossa, Lu, excelente ideia esta de sugerir a instalação do bicicletários pelo site. Vou fazer isto também 🙂

      E, sem dúvidas, o IGP é muito mais fácil de bicicleta. Aquele estacionamento lotado e toda a complicação do Itacorubi são bem difíceis mesmo.

      Quem sabe como o nosso exemplo a gente não convence a mais gente, né?

      Beijos, querida!

  2. Oi, Naiara
    Também sou de Floripa e estou começando a pedalar agora, comprei minha bicicleta há pouco mais de um mês. Por enquanto, só tenho usado para passeio e atividade física. Ainda não consigo deixar minha bicicleta em algum lugar e me afastar dela (insegurança), e a falta de paraciclos e bicicletários também não ajuda, pois fico com medo de querer deixar em algum lugar e ser impedida por alguém.
    Estou pesquisando blogs e outros textos de pessoas que pedalam em Floripa (foi assim que encontrei o teu), justamente na busca por dicas que possam ser úteis e me façam perder o medo de usar a bicicleta no dia a dia, como substituta ao carro para afazeres.
    Um beijo,

    • pglamour

      Daise, vi teu blog e me apaixonei 🙂 Parabéns pelas conquistas e fique tranquila que é assim mesmo. Aos poucos ganharás confiança e farás mais coisas. Eu também sou super cuidadosa com a Yolanda (o nome da minha bike) e não a deixo em qualquer lugar. Sobre outros textos, você já conhece o Bela na Bike? (http://belanabike.com.br/). É daqui de Floripa, da Aline e é maravilhoso. Se descobrires mais blogs, divide com a gente, porque precisamos mesmo de uma boa rede de conhecimentos! Obrigada pelo teu lindo depoimento. Beijos, Naiara.

      • Conheço e acompanho o blog das meninas sim. Eu o conheci na mesma semana em que conheci o teu – talvez tenha até sido pelo teu, bem provável. Obrigada pela dica. Vou acompanhar e se souber de mais alguma coisa aviso também. Tenho tentado acompanhar o máximo possível da movimentação “bicicletística” da cidade pelo facebook, pra começar a conhecer gente e ter companhia pros pedais.
        Acho que o nome da minha bicicleta vai ficar sendo “Valente” – bem óbvio, porque a marca dela é Merida, dã. =P
        Beijo.

        • pglamour

          Que demais 🙂

          Daise, posso publicar uma foto tua com a Valente e teu depoimento sobre começar a pedalar na página do Pedal Glamour no Facebook? Tá tão lindo 🙂 Irá inspirar outras pessoas 🙂

  3. Hoje eu vi o Pedal Glamour entrando na UFSC, pouco antes das 8h. 🙂

    • pglamour

      Opa, Daise, que maravilha 🙂 Não rolou de ar um oizinho? Na próxima vamos dar um jeito de bater um papo! Beijos!

      • Nao dava. Eu estava entrando na rótula e tu passando pelo outro lado. Foi assim: agora toda vez que vejo gente pedalando eu olho, mas primeiro pra bicicleta. Aí vi a tua, com aquele verde lindo e aqueles alforjes que combinam tão bem com a Yolanda, e eu te reconheci, quer dizer, sendo bem sincera, eu reconheci foi a Yolanda mesmo. 😀 Se tivesse como conversar eu teria dito um oi, com certeza.
        Beijo.

        • pglamour

          hahah eu também reconheço primeiro as bicicletas e depois as pessoas 🙂 às vezes fico espiando paraciclos para ver se algum conhecido está no estabelecimento e etc! tomara que no próximo encontro role um super oi. beijos beijos!

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